terça-feira, 2 de dezembro de 2008



Caminhada do Samba!!!

"Quem não gosta de samba bom sujeito não é... É ruim da cabeça, ou doente do pé..."

Parabéns a tds os sambistas de Salvador... e pq não de td o Brasil!!!

sábado, 29 de novembro de 2008

UM DIREITO DE TODODS....

Acabei de ler um texto que relata a morte de um adolescente de 16 anos. O titulo da matéria era assim: "Adolescente morre ao tentar assaltar pizzaria no Jardim Apipema", um texto curto, ou melhor, apenas um lide. O que me deixou pasma, foram os comentários. Certo que era marginal. ladrão. Mas, daí dizer quem foi bem feito, que tem que morrer mesmo, é demais para mim. Será que foi implementada a pena de morte no Brasil e eu estou mal informada? POde ser, né? Acho melhor me informar direito....
Como diria minha amiga Eline, é muito fácil criticar, mas calçar o sapatinho apertado ninguém quer. Não seria mais fácil prender que matar? Não estou aqui exaltando os crimes, criminosos ou tráficantes, mas acho que o direito a vida é um direito incontestavél. Então, vamos começar a matar. Vamos matar os nossos políciais que matam, vamos matar nossos deputados, senadores e vereadores que roubam nosso dinheiro e traem a nossa confiança, vamos matar o nosso vizinho que "pegou emprestado", e não avisou, algum de nossos materiais de uso pessoal, vamos matar quem nos ofende, nós fazem ameaças... vamos matar por motivos banais, ou não, mas vamos MATAR!
Então o que acham? Amanhã pode ser qualquer um de nós? REPITO!!! Não estou aqui exaltando ou defendendo um criminoso, assaltante ou traficante. EStou aqui defendendo O DIREITO A VIDA seja de quem for...
A polícia mata um jovem a cada 7 horas no Rio de Janeiro. Em São paulo são mais de 500 mortes por ano, isso significa, mais de 1 morte por dia. Como podemos afirmar que todos estes tem envolvimento com algum crime?
É como diz Caco Barcelos "O país tem que respeitar a vida, ou nada funciona"...

sábado, 28 de junho de 2008

Ser Negro está na moda.

Apesar das vitórias alcançadas pelos movimentos negros e de resistência o ranço do modelo de beleza europeu ainda impera.

“Você ri do meu cabelo, você ri da minha pele, você ri do meu sorriso. A verdade é que você tem cabelo duro”. O trecho da música “Olhos coloridos” retrata o dia-a-dia de muitas metrópoles brasileiras, principalmente Salvador. Cidade com a maior população de negros do Brasil - 87%. Apesar desse grande parcela da população “A cultura negra ainda tem dificuldade de se estabelecer. Isso devido ao preconceito e discriminação”, diz o ator do Bando de Teatro Olodum, Jorge Washington.
A estética negra vem ganhando fôlego ao longo dos anos, em virtude dos movimentos negros espalhados pelo país e, sobretudo pelo caráter conscientizador dos mesmos e a mobilização do povo negro para sair do papel de coadjuvante e ocupar o seu verdadeiro lugar na construção da sua história.
A questão do negro não ser visto como belo, levou-o a incorporarem valores eurocentristas para, de certa forma, serem aceitos nas sociedades preconceituosas onde viviam. Essa visão eurocentristas não foi banida totalmente. “Hoje podemos ver as crianças negras querendo imitar as apresentadoras brancas, com cabelos alisados e franjas”, cita a jornalista Suzana Alves.O mercado de trabalho e consumo, ainda hoje, usa como padrão de beleza, esse mesmo modelo europeu. O mito da democracia racial é tão somente mais uma venda que tentam colocar em nós, afro-descendente. “Todos de trancinha no cabelo, black power e outros acessórios que lembrem. A cultura afro é moda. Daqui a pouco todos esquecem e voltam a alisar e usar chapinha nos cabelos. A moda acaba e volta tudo a ser como antes.”, brada, a Jornalista.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Cadê o negro?

Apesar de 87% da da população baiana o negro continua quase invisivel.

“Apartheid disfarçado todo dia. Quando me olho não me vejo na TV. Quando me vejo estou sempre na cozinha ou na favela submissa ao poder.” O trecho da música da banda baiana Adão Negro refere-se exatamente ao que é visto na TV brasileira. Apesar do crescimento da participação dos afro – descendentes na mídia nota-se que os papéis que são dados a esses atores é sempre de empregados etc. O caso de Preta, personagem interpretada porTaís Araújo, quando fez a primeira protagonista negra da TV brasileira. O título da novela tratava de inferiorizar o negro dizendo que tinha a pele da cor do pecado. De acordo com, o Jornalista, Luiz Carlos Azenha “No Brasil do Aguinaldo (Tv Globo) o útero branco livra o pênis preto da infecção marxista. A redenção para os negros é o sexo com os brancos”, ironiza.
Para Jorje Washington, ator do Bando de teatro Olodum (grupo de Salvador que atua sempre trazendo a temática do negro para o palco), o que a mídia tem que entender é que o negro consome e gosta de ser bem retratado“. Segundo o ator, Alesxandro Alves, “o negro vem ganhando maior visibilidade na mídia. A prova disso são os trabalhos publicitários que temos realizado. O negro está na moda.”, afirma.
Há a iniciativa de veículos que foram exclusivamente criados para mostrar o negro, a exemplo da Revista Raça Brasil, e diversos sites. “Sou a favor das cotas para a publicidade. Infelizmente, neste país tem que ser assim”. Brada, o ator do bando.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

A novela Isabela Nardone?

Quantas Isabelas existem ou existiram no Brasil? Quantas morreram de forma tão cruel ou pior? Quantas morrem de fome? Vitimas de balas perdidas ou violência? Só no Nordeste morrem muitas todos os anos. E por que será que essas mortes - crianças que morrem de fome, em um país que tem terras férteis, virou lugar comum?
Será que a gana por audiência seria a resposta? Acredito que uma das respostas sim, mas não a única. Poderíamos, a partir daí, nos perguntar, qual é o papel da mídia? Não seria informar a população? Mas, se os noticiários mostram e informam sobre o ‘caso Isabela Nardone’ estão nos mantendo informados. Será? Não acontece mais nada no país? Apenas a investigação sobre a morte desta criança? Eu não acredito nisso!
Não quero dizer que a morte de uma criança de cinco anos jogada do apartamento do pai e da madrasta não seja notícia, ou não mereça ser noticiada. Não, é nada disso. Claro que é notícia e merece espaço nos meios de comunicação. Mas, o problema deste ‘Caso’ são os critérios de noticiabilidade que vêem sendo utilizados. Não acontece mais nada no Brasil e/ou mundo que mereça mais destaque do que essa morte?
E a forma que está ganhando espaço nas mídias e nas discussões corriqueiras da sociedade. Cabe aos jornalistas julgarem culpados ou inocentes?
Não me julguem como alguém que não tem coração. Claro que fiquei comovida com a morte desta criança. Mas não é está a discussão. O que preocupa é está exposição, ou melhor, este grande espaço que ganhou na Rede Globo, na Record, Band, Sbt entre outros meios de comunicação de massa. E como se devido a essa grande exposição à criança fosse ressuscitar.
É engraçado, que o Caso Isabela acabou com o problema da Dengue no Rio de Janeiro. Não há mais espaço para ‘o mosquito’ no noticiário. O processo eleitoral no Estados Unidos também não deve mais interessa aos Brasileiros. Já que não se fala mais sobre este assunto nos jornais. Devido a entrevistas de Ana Carolina Jatobá e Alexandre Nardone, algumas reportagens e quadros do Fantástico deixaram de ir ao ar.
Será que o Caso Isabela não está caminhando para o Caso Escola Base. Que o a busca do ‘furo’ jornalístico e da ‘vontade’ da polícia em mostrar trabalho destruiu com a vida dos proprietários da escola.
O que precisa ser feito é uma leitura crítica sobre os fatos e a exibição que o caso ganhou na mídia. Minha tia costumava dizer que uma mentira dita muitas vezes vira verdade! Poderá isso acontecer?
E como já disse anteriormente não é competência dos meios de comunicação ou da sociedade julgar e/ou condenar ninguém. O caso Isabela já virou entretenimento, uma novela, que ganharia o nome: Quem matou Isabela Nardone? E nesse caso, terá que assistir até o capitulo final, e quem sabe poderiam decidir o final.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Apresentação!

Agora tenho "meu" lugar de fala. Expor minhas idéias e pensamentos. Falar (escrever) o que me der vontade. Textos sérios, bobagens... sou dona deste lugar... este me pertence.

Foi dada a largada... Entre o nada e lugar nenhum...Posso falar, escrever, expor o q me der vontade!